No dia posterior a ter recebido a notícia do despedimento, a representante à altura do grupo de físico-química, que como todos sabem me toca particularmente, foi chamada ao gabinete do director pedagógico que fez questão de vincar “…de si temos as melhores referências”. Das conversas que mantenho com encarregados de educação, percebo que essa opinião já foi também transmitida aos pais dos alunos que continuam sem ter aulas e que no final do período não vão ter notas, como também já lhes foi a eles e deles a mim transmitido.
Judas não teria beijado melhor.
O que lá vai, lá vai, mas ao ler na Net-Empregos o anúncio que pode ser visualizado em cima, não evito pensar que é provavelmente o mesmo Judas que no dia três de Agosto nos contactou pela segunda vez no conforto do lar a insistir, com exactamente a mesma proposta.
O alerta fica feito, quem quiser ser o primeiro amigo, sempre pode fazer a ligação para…, o Louriçal.
Quanto ao Judas, parece nunca ter percebido que o destino estava traçado desde o início. Menos suspeitou do papel principal na mudança paradigmática que a seu tempo se seguiu ao vil acto. O MAR VEM AO PAREDÃO (2/4)

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