Walter Chicharro tomou ontem posse como Presidente da Comissão Política Concelhia do PS da Nazaré. Como se pôde perceber pelas “palavras sentidas”, verbalizou João Paulo Pedrosa no início do acto da tomada de posse, o contentamento e as expectativas ao redor desta nova liderança, desta nova maneira de fazer, são muito elevados.
Mais do que sublinhar o discurso caloroso para todos os comissários eleitos, importa nesta altura perceber de facto da vontade e capacidade de Walter em colocar a máquina socialista nazarena em marcha.
Um sinal claro destes novos ventos de mudança foram as palavras elogiosas e de desafio a arregaçar as mangas, dirigidas ao camarada João Murraças e aos eleitos em órgãos autárquicos pelo PS.
A sociedade civil nazarena está definitivamente com os olhos postos no Partido Socialista e segue atentamente as mudanças que no entretanto se tornaram espectáveis.
Mudanças que a julgar pela quase ausência da lista que foi chefiada por Murraças, só o comissário Vítor Vieira compareceu na sede para tomar posse, se anunciam talvez atribuladas, mas vincam mais ainda, a necessidade de mudar.
A união, argumento principal da campanha eleitoral de João Murraças, comissário ausente mas alvo de palavras elogiosas e convite a trabalho politico, já tinha sido vitima de uma posição de partida comprometida aqui na blogosfera – 16 contra 16 escreveu Ricardo Caneco ao referir-se à Comissão Política acabada de eleger.
A verdade é que são só sinais, mas a ausência dos socialistas eleitos a par do que escreveu o ex Presidente da Concelhia deixa no ar um sabor a união de Schrodinger. Uma união que é uma realidade perfeitamente viável antes do acto eleitoral, mas que colapsa e se sublima com a abertura da urna, contagem de votos e atribuição da vitória.
Têm a palavra os eleitos. Walter Chicharro já esclareceu o caminho a seguir.

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